Quem sou eu

  • Vereador da cidade de Porto Alegre pelo 6º mandato consecutivo;
  • Presidente da Frente Parlamentar do Turismo (Frentur);
  • Presidente da Frente Parlamentar para a Melhoria do Trânsito (Frentransito);
  • Vereador campeão em procedimentos legislativos nos anos de 1999 a 2012;
  • Membro do Diretório Estadual e do Diretório Municipal do Partido Progressista;
  • Fundador e ex-Presidente da Associação dos Vereadores do Partido Progressista;
  • Fundador e um dos coordenadores do Grupo de Vereadores Católicos de Porto Alegre;
  • Membro da ADCE – Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas;
  • Membro do Lions Clube Porto Alegre Redenção;
  • Conselheiro do Asilo Padre Cacique;
  • Membro do Movimento Parlamentarista do Rio Grande do Sul;
  • Membro da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre;
  • Conselheiro do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças – IBEF;
  • Conselheiro da Fundação de Apoio ao Egresso do Sistema Penitenciário – FAESP;
  • Membro da Comissão de Economia, Finanças, Orçamentos e do MERCOSUL.

EU ACREDITO

QUE A VIDA É O MAIS IMPORTANTE DE TODOS OS BENS.
E que o Estado não tem nem deve ter poder sobre sua extinção, a qualquer momento. Ou seja, a vida, dom de Deus, é sempre intocável pela ação do Estado. Portanto, deve ser preservada, desde a concepção, e a sociedade deve empenhar-se para que seja mantida dignamente até a morte do indivíduo.

QUE O HOMEM É NATURALMENTE LIVRE E RESPONSÁVEL POR SEU DESTINO.
E que, depois da vida, a liberdade é o maior de todos os dons de Deus. A inteligência e a vontade devem ser os guias do procedimento humano para o bom uso da liberdade, já que esta é limitada pela liberdade dos outros. Reconhecer esse limite é preservar a própria liberdade.
Nascer livre é fruto da bondade de Deus.
Viver livre é uma responsabilidade que assumimos.
Morrer livre é uma obrigação que temos.

QUE AS PESSOAS SÃO FUNDAMENTALMENTE DIFERENCIADAS ENTRE SI.
E que, por isso, têm gostos, aspirações, desejos e necessidades diferenciadas, devendo, portanto, ser satisfeitas diferenciadamente.
Por outro lado, as pessoas são essencialmente iguais em dignidade e na vocação para a felicidade. E, portanto, devem ter igualdade de oportunidades para alcançá-la.
O Direito positivo as faz iguais perante a Lei. E a sociedade deve buscar tornar esse propósito legal, quase utópico, uma realidade de vida.
A discriminação de direitos, por qualquer motivo, atenta contra a dignidade humana, estabelece a desigualdade entre as pessoas, maltrata o cidadão, inibe o crescimento individual e desagrega a sociedade.
E a igualdade de oportunidades tende a equilibrar o descompasso existente entre a igualdade perante a Lei e a desigualdade entre os indivíduos.

QUE A TODO O DIREITO CORRESPONDE UM DEVER, DE MESMA FORÇA E MESMA INTENSIDADE.
E que o não cumprimento do dever, embora não iniba a existência do direito, tira a autoridade moral de sua exigência.
Está na obediência à ordem jurídica o encaminhamento das relações do indivíduo com a Sociedade, a fim de que esta se construa justa, livre e próspera.

QUE É PELO TRABALHO QUE O HOMEM PARTICIPA DA CONSTRUÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE.
E que, nesse sentido, deve ser reconhecido como um dever.
Mas o homem trabalha também para o ganho de seu sustento e o de sua família, do mesmo modo que para sua realização como pessoa. Com essa visão, o trabalho deve ser entendido como um de seus direito essenciais.
O desemprego é, assim, um dos maiores atentados contra a dignidade do cidadão, um flagelo social, uma agressão à integridade da família e da sociedade.
Sem trabalho, o homem é pressionado pela necessidade e, então, se deprime. Sua vontade enfraquece e, assim, abrem-se para ele, rapidamente, as portas que conduzem aos desvalores, que levam ao vício e ao crime.
Cabe ao Estado criar as condições sócio-econômicas necessárias à geração de empregos.

QUE A EMPRESA, COMO O CIDADÃO, DEVE SER LIVRE.
E que essa liberdade diz respeito não apenas à escolha dos segmentos econômicos nos quais se julgue capacitada para atuar, mas também e especialmente à essência da gestão.
Os impostos devem ser limitados ao mínimo necessário para obtenção dos recursos para o cumprimento das finalidades do Estado.
A excessiva carga tributária induz à sonegação, para evitar a extinção.
O excesso de legislação confunde e entrava a gestão da Empresa, ocupada em satisfazer as exigências da Lei mais do que em desenvolvimento organizacional.
O lucro é o resultado fundamental da trabalho da empresa. Sua finalidade, mais do que remunerar o capital, é propiciar as condições de crescimento econômico e desenvolvimento tecnológico, aberturas necessárias e insubstituíveis para o desenvolvimento paralelo dos funcionários.

QUE O ESTADO EXISTE PARA O HOMEM E NÃO O HOMEM PARA O ESTADO.
E que a função do Estado é viabilizar a realização do Bem Comum. Mas não deve buscar a produção direta da riqueza nacional, quando esta possa ser realizada pela iniciativa privada.
Cabe-lhe, então, realizar apenas aquilo que é absolutamente necessário à consecução do Bem Comum, mesmo assim complementar ou substitutivamente à iniciativa privada, no que esta se reconhecer sem condições ou demonstrar incapacitação para tanto.
O Estado se justifica pelo trabalho que realiza e não pelas pessoas que emprega. Quando o Estado gasta com pessoal tanto quanto arrecada de imposto, torna-se inútil ou injustificável : é o Estado pelo Estado, quando deveria ser o Estado pelo Bem Comum.

QUE A VIDA ESTÁ TÃO PRESENTE NA NATUREZA COMO NO HOMEM.
E que a manutenção e preservação dessa vida é necessidade de primeira grandeza para a vida do próprio homem, enquanto integrante do ecossistema, do qual depende e pelo qual é responsável.
É dever inalienável da atual geração deixar às gerações futuras um mundo em que as relações homem/natureza sejam marcadas pelo bom-senso, pelo equilíbrio e pela moderação de uso dos recursos naturais.
As agressões à natureza, em qualquer de seus componentes, têm efeito cascata, desde uma visão sistêmica, e não só comprometem a qualidade de vida humana, como também a reduzem e destroem.
O cuidado com a natureza não pode, entretanto, ultrapassar os limites do racional, a ponto de perder de vista que ela existe para servir o homem ou a ponto de entravar o desenvolvimento.

QUE A EDUCAÇÃO É ESSENCIAL PARA O PROGRESSO E O DESENVOLVIMENTO.
E que não deve nem pode ser entendida como mera instrução, que muitas vezes não passa de adestramento, mas sim como ajustamento total da pessoa integral à realidade exterior. Com esta visão, o homem se torna capaz de transformar essa realidade, aperfeiçoando-a para o bem e tornando-a instrumento do bem-viver e da felicidade humana.
A educação inicia no ambiente familiar, complementa-se na Escola e realiza-se no meio social.
Cabe ao Estado propiciar a todos os cidadãos, indistintamente, iguais oportunidades de educação ampla, que lhes dê condições de darem uma resposta, traduzida em trabalho, orientada para o aperfeiçoamento e o progresso do sistema social.

QUE A FAMÍLIA É A BASE EM QUE SE CONSTRÓI A SOCIEDADE.
É no convívio familiar que se aprende a conhecer e cultivar os valores que determinarão a qualidade e o fruto da convivência entre pessoas, tais como o amor, a tolerância, a compreensão, a honestidade, o trabalho, a ordem, a responsabilidade, o respeito e a solidariedade.
Praticados na família, esses valores serão projetados sobre toda a Sociedade e serão forte instrumento de estabilidade social.
Proteger a instituição familiar, promovendo-a e fortalecendo-a, é proteger a existência da própria Sociedade, de forma equilibrada e estável.

QUE O BEM COMUM NÃO PODE SER CONFUNDIDO COM O BEM DE GRUPOS OU DE MAIORIAS.
O Bem Comum e não é apenas a soma dos bens individuais, mas o conjunto desses bens, deduzido das renúncias individuais.
O Bem Comum se realiza quando todos exercem plenamente os seus direitos e cumprem rigorosamente com seus deveres.

QUE O PENSAMENTO LIBERAL NÃO É ABSOLUTO NEM PRETENDE SER O ÚNICO OU O MAIS PRÓXIMO DA VERDADE.
Mas é, das opções atuais, o que mais e melhor orienta na realização de um país econômica, social e politicamente bem construído.

QUE O GOVERNO NÃO É MAIOR DO QUE O POVO QUE REPRESENTA.
Desse modo, o poder não pode ser exercido senão para realizar as aspirações e necessidades do povo, à altura de seu patamar de desenvolvimento, mas com os olhos postos no futuro, buscando o crescimento individual e coletivo, como cidadãos e como pessoas humanas.

QUE A LEI NÃO É A JUSTIÇA, QUE A PRECEDE E DETERMINA.
E que só pode e deve ser elaborada para realizá-la. Desse modo, o papel do legislador é atualizar e projetar os caminhos para a construção do equilíbrio social, em que os direitos e os deveres se encontrem de tal modo que a justiça seja indiscutível.

QUE, SEM DEUS, A PÁTRIA NÃO FAZ SENTIDO.
A Pátria não é apenas o solo de origem apenas estabelece o conjunto de objetivos que aproxima as pessoas. Mas é Deus que faz dos homens irmãos entre si, iguais em natureza e dignidade, destinados à felicidade.

QUE A DEMOCRACIA SUPÕE A PARTICIPAÇÃO DE CADA CIDADÃO.
E que essa participação se faz diretamente ou através de representantes legitimamente eleitos. A representação só é legítima se obtida em eleição, nos termos prescritos pela Constituição Federal. Fora disso, a representação é apenas pretensa e contraria elementares princípios democráticos, pois superpõe a decisão dos afoitos, dos aventureiros e dos vocacionados ao mando totalitário, à vontade dos que, acreditando no regime democrático e impedidos da presença física, querem escolher livremente os representantes dessa vontade.

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